sábado, 29 de dezembro de 2012

Minha doce solidão...

Muitas vezes me sentia sozinha,
e saia para meu voo diario
até onde ninguém mais
pudesse saber de mim.
Desfazia todos os limites a mim impostos,
e deixava que minhas lembranças
me abandonassem também.
Era quase um ritual de solidão,
onde meu corpo e minha alma
seguiam livres rumo ao desconhecido.
Subia montanhas, penhascos,
descia vales e atravessava rios,
e a cada passo que me distanciava
do meio onde vivia,
iam comigo também,
um coração feliz e uma mente liberta.
Integravam-se fisico e espírito,
que libertavam-se de preconceitos
e vazios constantes,
sempre questionados.
por/erotildes vittória/REG/REF/cc00905/SP/0120013R/000091/06
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