
.......LUA CHEIA EM CONJUNÇÃO COM JUPITER!!! .... HUMMMMMMMMMMMMMMM... LINDAAAAAAAAAAA


A imantação das forças psíquicas deve ser feita no silêncio. É pela perseverança, pela calma e, sobretudo , pela investigação exclusiva da verdade por si mesma e não por fim material e vil, que se chega pouco a pouco, à intuição do astral e à posse da prática.
O dia do magista deve ser consagrado à prece sob estas três formas: a palavra, o trabalho e a meditação.
Ao levantar-se dirá, depois de ter purificado fisicamente o mais possível pela água, a oração do dia diante do altar. Em seguida se entregará ao trabalho que é a mais útil e eficaz das preces. A noite, finalmente,consagrar-se-á alguns instantes à meditação relativamente às observações e aos ensinamentos que se pode recolher durante o dia que acaba de transcorrer.
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O SÉTIMO DIA
O dia do Sol deve ser, tanto quanto possível, consagrado unicamente à ocupação e não à profissão.
Não nos esqueçamos que o único repouso verdadeiro sob o ponto de vista intelectual, é o exercício desta ocupação preferida, porque a cessação absoluta de todo trabalho físico ou intelectual pode constituir o ideal do bruto, porém não o de um homem suficientemente desenvolvido.
A prece deverá ser feita, naquele dia, completa e tão solene quanto possível, quer no quatro mágico, quer, de preferência, na igreja, que é um maravilhoso laboratório de magia, aberto a todos, ricos e pobres.
No inverno e durante o mau tempo, a primeira parte da manhã deverá ser consagrada a esta cerimônia. Na bela estação, convém substituir o templo, obra dos homens, pela manifestação direta da natureza, e a prece em plena floresta ou em pleno campo é particularmente indicada.
A tarde dos domingos será consagrada ou ao preparo dos objetos mágicos fornecidos pela natureza e, por conseguinte, à adaptação das ciências naturais, ou à educação estética da sensação nos museus ou nos concertos sinfônicos, ou, ainda, à realização das pequenas operações de magia cerimonial, conforme o tempo, o lugar e as disposições tomadas. A noite será, enfim, consagrada a recapitular e a classificar os resultados obtidos durante a semana, no que se relacione com as ocupações, ou à leitura, à cópia das fórmulas e das obras preferidas, ou ainda ao teatro, sempre conforme as épocas e as disposições.
Voltando ao seu laboratório, o magista terminará o dia por uma longa meditação, seguida de uma prece diante do altar ou no círculo mágico. E’ neste momento que o emprego dos isolantes, como o vidro ou a lã, deverá ser particular-mente estudado.
De resto, a adaptação da meditação ao meio e ao indivíduo não pode ser indicada em todos os seus detalhes em um tratado tão elementar; esperamos que os exemplos enunciados acima servirão para guiar o estudante, e que o exercício e a prática ativarão facilmente a obra começada por seu desejo e sua aplicação.
E’ pelo exercício progressivo da meditação que se chega, pouco a pouco, ao desenvolvimento das faculdades psíquicas superiores, de onde derivam três ordens de fenômenos dos mais importantes, classificados pelos autores antigos sob os nomes de arroubo, êxtase e sonho profético.
O SÉTIMO DIA
O dia do Sol deve ser, tanto quanto possível, consagrado unicamente à ocupação e não à profissão.
Não nos esqueçamos que o único repouso verdadeiro sob o ponto de vista intelectual, é o exercício desta ocupação preferida, porque a cessação absoluta de todo trabalho físico ou intelectual pode constituir o ideal do bruto, porém não o de um homem suficientemente desenvolvido.
A prece deverá ser feita, naquele dia, completa e tão solene quanto possível, quer no quatro mágico, quer, de preferência, na igreja, que é um maravilhoso laboratório de magia, aberto a todos, ricos e pobres.
No inverno e durante o mau tempo, a primeira parte da manhã deverá ser consagrada a esta cerimônia. Na bela estação, convém substituir o templo, obra dos homens, pela manifestação direta da natureza, e a prece em plena floresta ou em pleno campo é particularmente indicada.
A tarde dos domingos será consagrada ou ao preparo dos objetos mágicos fornecidos pela natureza e, por conseguinte, à adaptação das ciências naturais, ou à educação estética da sensação nos museus ou nos concertos sinfônicos, ou, ainda, à realização das pequenas operações de magia cerimonial, conforme o tempo, o lugar e as disposições tomadas. A noite será, enfim, consagrada a recapitular e a classificar os resultados obtidos durante a semana, no que se relacione com as ocupações, ou à leitura, à cópia das fórmulas e das obras preferidas, ou ainda ao teatro, sempre conforme as épocas e as disposições.
Voltando ao seu laboratório, o magista terminará o dia por uma longa meditação, seguida de uma prece diante do altar ou no círculo mágico. E’ neste momento que o emprego dos isolantes, como o vidro ou a lã, deverá ser particular-mente estudado.
De resto, a adaptação da meditação ao meio e ao indivíduo não pode ser indicada em todos os seus detalhes em um tratado tão elementar; esperamos que os exemplos enunciados acima servirão para guiar o estudante, e que o exercício e a prática ativarão facilmente a obra começada por seu desejo e sua aplicação.
E’ pelo exercício progressivo da meditação que se chega, pouco a pouco, ao desenvolvimento das faculdades psíquicas superiores, de onde derivam três ordens de fenômenos dos mais importantes, classificados pelos autores antigos sob os nomes de arroubo, êxtase e sonho profético.
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Extraído do livro Tratado Elementar de Magia - Papus
Extraído do livro Tratado Elementar de Magia - Papus
Um comentário:
uma Martinista.
beijo
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