sábado, 19 de novembro de 2011

domingo, 6 de novembro de 2011

 CORAÇÕES SAGRADOS

Tenho segurado a vida com as mãos, e às vezes nem
sei por qual caminho seguir.
Já busquei forças em outros olhos que á distancia
me consolaram...
Mesmo que, depois tenham se descuidado de florir o
jardim de minha imaginação.
Vi coisas e ouvi fatos que nem de longe sonha seus
ouvidos.

Tenho segurado a vida com os dentes cerrados, como
quem mergulha no mar, com uma faca entre eles.
Nos últimos dias sinto uma vontade enorme de me
tornar recluso até que, a maré abaixe, e eu sinta
saudades de novo.
Quem nunca sentiu as lagrimas quentes e salgadas
escorrer até os lábios cansados de esperar ?
Tenho segurado as horas com os olhos...talvez assim
não a veja passar muito rápido.
Quem sabe eu devesse dar um tempo de tudo, cuidar
mais de mim mesmo, de pequenas coisinhas que ficou
para trás ?
Tenho deixado de ser alegre...ser criança...por me
envolver em coisas do coração.

Coisas de gente grande.

Fico me perguntando se quando eu falo de magia
alguém me ouve, se quando eu digo da vida alguém
escuta.
Uma coisa eu sei...mesmo que passe todas as
eternidades, que o tempo se perca no vazio...ainda
assim terei suas lembranças comigo.

Não importa quem seja você hoje ou quem foi
ontem.

Mesmo que elas já não me afetem mais, e sejam
somente a saudade sadia de um bem querer...ainda
assim serão partes de mim.
O silencio trás um grito preso na garganta e uma
ansiedade que vara a alma, dilacerando até mesmo
aquela passagem secreta que se chama coração.
Não posso apagar as paginas do meu livro da vida,
como se arranca uma folha de um simples caderno.
Nem mudar o que foi ou alterar a posição da lua ou
do sol, mas posso lembrar de ti olhando as estrelas.

Talvez esteja cansado da caminhada.

Talvez seja tudo apenas um reflexo de não ter você.
Corações são demasiadamente sagrados para que,
o machuquemos assim, sem mais nem menos.

Sou responsável por ti...assim como és por mim !

CavaleiroTarso

sábado, 8 de outubro de 2011



Desfazendo da vida
Tirando bocados da lua
Ela refez uma estrada
Sem lembrar que estava nua

Garantiu à noite, beleza
Caminhou pela relva
Ela apostou na liberdade
Sem temer a grande selva

E seguiu o seu caminho
Com passos de luar
Alma nua a versejar
Em espontânea beleza.

Espalhou aos quatro cantos
Sementes de liberdade
Regadas pela coragem
De pagar o preço da independência.

Anorkinda e Mavie Louzada

AMOR MAIOR QUE EU

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

O RETORNO

Hoje aqui retorno, depois de uma grande ausência, (havia perdido o endereço hahahahahahahaha, coisa de Sagitariana). Voltarei a expressar meus pensamentos e questionamentos, mesmo que não haja nenhum leitor hehehehehee.

Paz Profunda!!!!